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Após os disparos de fuzil que fizeram as vítimas tombarem, policiais não teriam buscado verificar sinais de vida. Estava clara a morte. Os adolescentes pernambucanos estão entre os primeiros reféns mortos na ação desastrosa.
Na estrada após chegarem a Juazeiro do Norte, Claudineide e o filho Gustavo fazem selfie com Vinícius, que foi buscá-los.

Ainda no mês de dezembro, a reportagem revelou que os corpos de cinco reféns foram empilhados na caçamba do veículo Amarok, de propriedade do vice-prefeito da cidade, Abraão Sampaio. Outros corpos, dos suspeitos dos ataques, foram levados em seguida em duas ambulâncias.

Testemunhas oculares observaram que, uma vez cessados os tiros, não houve verificação de sinais vitais em qualquer das vítimas fatais. Antes do vice-prefeito, chegou ao local o Tenente Georges, secretário municipal de Segurança de Milagres. Um dos policiais havia lhe pedido, minutos antes, que providenciasse veículos para “juntar os corpos”. Eram Vinícius com o pai João Batista e Gustavo com os pais Claudineide e Cícero. Depois, os suspeitos.

Por Diário do Nordeste

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